Painel de Frank Miller e Brian Azzarelo na CCXP, em 01/12: Frank Miller antecipa grande participação de mulher maravilha nos próximos números de DK3, provavelmente impulsionado pela existência do segundo filho, mais novo que Lara.
Mencionam (Miller e Azzarelo) também a ideia de um Crossover de 100 Balas com Sin City. Miller diz que tem um plot que envolve a trindade da DC na época da segunda guerra mundial envolvendo Clark Kent como astro de cinema, mulher maravilha defendo o Pacífico a partir de Temiscira e Bruce Wayne como um fabricante de munição na Europa.
sábado, 3 de dezembro de 2016
CCXP 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
Direito do trabalho em uma economia enfraquecida
Trabalho apresentado no Curso de Especialização em Direito processual e material do Trabalho na Mackenzie Campinas, junto com o TRT da 15a Região.
https://drive.google.com/file/d/0B19MaTn5RGGZakJGT21SYXkwaE0/view?usp=drivesdk
sábado, 14 de maio de 2016
Argumento noir nº 1
Uma homem vai à biblioteca e pede uma determinada revista, a qual julga ter valor histórico.
Depois, pede ao bibliotecário para vendê-la. O bibliotecário diz que é impossível.
Ele diz que pagaria bem. O bibliotecário diz que a revista pode ser encontrada no mercado.
O homem diz que se o bibliotecário conseguir esta revista para ele no mercado, ele pagará uma boa quantia por ela.
O bibliotecário pesquisa na internet, mas não encontra nenhum exemplar da revista.
O bibliotecário precisa de dinheiro.
O bibliotecário rouba a revista e a vende ao homem.
Mas o homem não a aceita porque há nela o carimbo da biblioteca.
O homem denuncia o bibliotecário.
O bibliotecário perde o emprego.
O homem encontra um exemplar da revista em um sebo sujo, por acaso.
Depois, pede ao bibliotecário para vendê-la. O bibliotecário diz que é impossível.
Ele diz que pagaria bem. O bibliotecário diz que a revista pode ser encontrada no mercado.
O homem diz que se o bibliotecário conseguir esta revista para ele no mercado, ele pagará uma boa quantia por ela.
O bibliotecário pesquisa na internet, mas não encontra nenhum exemplar da revista.
O bibliotecário precisa de dinheiro.
O bibliotecário rouba a revista e a vende ao homem.
Mas o homem não a aceita porque há nela o carimbo da biblioteca.
O homem denuncia o bibliotecário.
O bibliotecário perde o emprego.
O homem encontra um exemplar da revista em um sebo sujo, por acaso.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Meme aos tios
Tio,
tia, proponho um desafio a vocês!
Acho
que todo mundo tem direito a sua opinião e a expressá-la…
Mas pessoas espertas constroem suas opiniões
a partir de fatos, concordam?
Então
o que vocês acham de fazermos um acordo, para o bem geral aqui do
grupo da família?
Eu
desafio vocês a lerem uma notícia
séria para cada vez que expressarem sua opinião
por meio de “memes”
ou piadas repassadas, que tal? É só entrar em um site de notícias
qualquer – podem
escolher o que melhor se encaixar em suas posições
–,
escolher um texto e ler ele até o fim.
Seria
bom que a notícia tivesse o mesmo tema da piada. Melhor ainda se
vocês compartilhassem o link da notícia junto com o “meme”!
Mas pode ser qualquer notícia mesmo, já que até a negociação da
zaga do Botafogo traz informações mais seguras do que as mensagens
habituais. E nem precisam postar aqui a notícia, se vocês não
quiserem. Só de saber que vocês a leram eu fico mais tranquilo
quanto à próxima postagem.
Não
se preocupem, que eu vou fazer a mesma coisa! Talvez um dia a gente
chegue a um estágio em que tentaremos convencer uns aos outros com
argumentos e fatos
– ainda
que sejam “fatos”
da Folha e da Veja.
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Dois tipos de obra artística
Percebo que há certa diferença entre as artes gráficas.
Há aquelas que causam impacto estético independente de seu contexto histórico e aquelas que têm mais interesse histórico do que potencial para arrebatar o espectador.
Quando em Bruxelas, tive muito interesse para ver A morte de Marat, porque era um quadro que estava em meus livros de história e me causava certo impacto. Hoje, alguns meses após a viagem, estava vendo algumas fotos e vi que tirei foto da plaqueta do museu que contava a história da pintura, mas não da pintura em si.
Depois de traduzir o texto (que estava em francês e flamengo), pesquisei no google pela imagem.
O site de pesquisas retornou várias respostas do famoso quadro, é claro. Cada uma um pouco diferente da outra, dependendo da iluminação, do equipamento com que foi fotografada, da época. E não consegui, a partir daquelas fotos, me lembrar de qual foi a impressão que a pintura causou no momento em que a vi.
Não ocorre o mesmo com outros quadros, cuja lembrança que tenho deles está intrinsecamente ligada ao sentimento ao vê-los.
No MASP há um quadro de Monet de duas moças em uma canoa, e a ondulação do remo na água do lago dá a impressão de que elas inevitavelmente sairão do quadro.
No National Gallery, em Londres, a tarde ensolarada de pontilhismo de Georges Seurat iluminava e trazia uma leveza que causava grande contraste com toda a sisudez do restante do acervo.
Há, é claro, obras que trazem em si os dois aspectos: que não apenas trazem consigo a marca de seu tempo; que além de estarem inseridas no contexto histórico e que lembrem inexoravelmente este tempo, também comovem o espírito.
No Museu Latino Americano de Buenos Aires há um quadro que causou esta impressão em mim, em minha esposa e em outros conhecidos. Trata-se de Manifestación, de Antonio Berni. Lembra o Operários de nossa Tarsila, mas enquanto a obra brasileira exulta nossa formação miscigenada o argentino traz a luta por melhores condições aos trabalhadores.
Dizem que Guernica também tem este duplo efeito, mas eu não saberia dizer. Enquanto a relevância histórica, a incorporação da obra no "espírito do tempo", pode ser alcançada apenas pela informação, o "arrebatamento estético" somente pode ser integralmente gozado confrontando-se a obra pessoalmente.




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